Pensadores da Nova Esquerda
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Pensadores da Nova Esquerda

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Categoria: Comunismo e socialismo

Marca: E Realizações

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Descrição do Produto

Neste livro, o filósofo britânico Roger Scruton analisa a obra de catorze intelectuais da chamada Nova Esquerda. São eles: E. P. Thompson, Ronald Dworkin, Michel Foucault, R. D. Laing, Raymond Williams, Rudolf Bahro, Antonio Gramsci, Louis Althusser, Immanuel Wallerstein, Jürgen Habermas, Perry Anderson, György Lukács, J. K. Galbraith e Jean-Paul Sartre.

Antes de tratar destes autores individualmente, Scruton procura esclarecer o que é a esquerda e por que escolheu abordar estes autores. Ao final, ele também explicita a perspectiva subjacente a suas análises, de maneira a deixar claro de que ponto de vista partem as críticas feitas.

Informações do Produto
**Título: O Canibalismo no Comunismo - A Fome como Ferramenta de Poder**
 
Durante o século XX, um dos períodos mais sombrios da história humana, milhões de pessoas sucumbiram à fome não por catástrofes naturais, mas por decisões frias e calculadas de regimes totalitários. Da Ucrânia sob Stalin à China de Mao, passando pelos campos de concentração soviéticos e os genocídios do Camboja e da Coreia do Norte, o comunismo se revelou uma ideologia que utilizou a escassez como uma arma letal em sua busca por controle social.
 
Baseado em arquivos oficiais, relatórios desclassificados e testemunhos de sobreviventes, "O Canibalismo no Comunismo" oferece uma reconstrução meticulosa das fomes planejadas mais devastadoras da era moderna. O autor ressalta como, em situações extremas, o desespero humano chegou a transgredir o tabu do canibalismo, revelando o quão profunda pode ser a desumanização imposta por sistemas opressivos.
 
Este livro não é apenas uma crônica histórica; é uma denúncia moral que expõe o preço humano de uma ideologia que prometeu igualdade, mas entregou terror e sofrimento. Com rigor e clareza, o autor demonstra que:
 
- A fome foi uma política de Estado, cuidadosamente arquitetada, e não um mero acidente da natureza.
- A propaganda e a censura reescreveram a narrativa, apagando as memórias de milhões que tombaram.
- Os atos de canibalismo perpetrados em situações desesperadoras foram não só silenciados, mas também ocultados pelas autoridades.
- O silêncio contemporâneo sobre essas tragédias é uma continuidade do crime, uma forma de perpetuar o esquecimento.
 
"Ler este livro é enfrentar o tabu que o século tentou esconder: o dia em que a utopia devorou o homem." Com uma linguagem acessível e uma documentação robusta, "O Canibalismo no Comunismo" se coloca como leitura essencial para qualquer um que deseje compreender a verdade por trás da retórica ideológica. É um chamado para que as lições do passado nunca sejam esquecidas e que a fome, utilizada como ferramenta de poder, nunca mais se repita.
 
Editora: E Realizações
Dimensões: 16 x 23 cm
Idioma: Português
Páginas: 336